
Entre o fazer e o não fazer
Está a asa de um pássaro,
Sem seu vôo,
Descuido da razão
Entre o saber e o fato,
E como nada descrito
Encontra-se fadado ao ato
Pergunta-se, às vezes tolamente,
Como encurtar o espaço
Que pode haver entre a ilusão
Da realização e o embaraço
De arbitrar o indistinto,
De formatar o insensato.







